terça-feira, 15 de setembro de 2009

Estilistas rodam o mundo: A moda brasileira conquista Nova York e Tóquio

A Associação Brasileira de Estilistas (ABEST) se prepara para uma verdadeira maratona de eventos internacionais nos próximos dias. O primeiro deles em que a associação estará presente será o Mercedes-Benz Fashion Week, de 10 a 17 de setembro, que acontece em NY. E para lá, a Abest leva dois grandes nomes da moda nacional: Carlos Miele e Alexandre Herchcovitch.

Depois disso, a entidade embarca com seus associados - Erika Ikezili, Cecília Prado, Thaís Gusmão, Triya e Juliana Jabour - para o outro lado do mundo. Em Tóquio, no Japão, acontece a Rooms, entre os dias 16 e 18 de setembro. Nesta última, também estarão presentes Alexandre Herchcovitch e Osklen.

Para fechar o mês com chave de ouro, a Abest leva Cecilia Prado, Lucidez, Miele by Carlos Miele, Osklen e Serpui Marie para a Coterie, que acontece em Nova York, de 22 a 24 de setembro. É a moda brasileira conquistando o mundo!

Fonte:http://www.hiperfashion.com.br/home.cfm?pagina=noticia&id=1018&jn=1

domingo, 13 de setembro de 2009

Fãs de lingeries

Marlene lota seu guarda-roupa com modelos luxuosos que compra todo mês.

Assumidamente apaixonada por lingeries, a administradora de empresas Luciana Pugina, de 36 anos, considera o Brasil o paraíso das compras neste segmento. "Pelo menos uma vez por semana, passo na minha loja favorita, uma outlet multimarca, para comprar alguma coisa." Luciana engrossa a massa de consumidoras responsável pela compra de mais de 800 milhões de peças de lingeries por ano no País, setor cujo faturamento anual tem ficado na casa dos R$ 4,5 bilhões.

A demanda é tão grande que a produção nacional se tornou referência lá fora. Pelo terceiro ano consecutivo, os lançamentos acontecem primeiro aqui e só depois vão para o mercado internacional. A organizadora do Salão Lingerie Brasil, Ana Flôres, comemora o feito. "Nossos produtos são considerados um dos melhores do mundo e, hoje, equiparam-se às famosas marcas francesas", avisa.

Essa virada não foi à toa. Mulheres cada vez mais exigentes e ávidas por novidades impulsionaram o desenvolvimento de tecnologia na produção das peças, que vão desde o fio de última geração, ao tecido com uma série de benefícios e, no fim dessa cadeia, peças que aliam beleza e conforto. Bem diferente de tempos atrás, quando usar uma calcinha e um sutiã lindos de morrer era quase uma tortura, pela falta de conforto.

A variedade e qualidade que existem no mercado atual fazem a felicidade de consumidoras como Luciana. "Hoje está mais fácil suprir essa minha paixão do que anos atrás, pois, além do aumento da oferta, os preços ficaram mais acessíveis", avalia a administradora. "Encho minha gaveta com lingerie, gastando menos e com mais variedade de modelos.” Lingerie para Luciana não está apenas associada à sensualidade, mas também ao prazer pessoal de ficar intimamente bem-vestida.

Dia-Dia

De acordo com dados do setor, o mercado das peças casuais abocanha a maior fatia (70%), e o restante (30%) fica para as de luxo. Para Gilberto Romanato, um dos sócios da Universo Íntimo, que reúne as marcas Nu.luxe, Un.i e Un.i Sleepwear, por mais que os fabricantes sigam hoje as tendências da moda, as brasileiras preferem as cores chocolate ou tom da pele, branco e o famoso pretinho básico.

Entre as mudanças desse mercado, os sutiãs estão passando por uma revolução. "Por causa dos seios siliconados, os tecidos que antigamente eram mais grossos, para dar maior sustentação e mais segurança às mulheres, deram lugar aos mais leves e confortáveis", aponta Romanato. "A modelagem vai muito além dos básicos de antigamente, e tem crescido muito a procura por lingeries funcionais."

Funcionais são aquelas peças que aumentam, diminuem, sobem ou juntam os seios. Ou, ainda, calcinhas que camuflam a barriga, levantam o bumbum, disfarçam culotes. Tudo com design moderno, como lembra Romanato, bem longe daqueles tecidos que pareciam lona, de tão grossos.

Por serem peças de alta-tecnologia, sutiãs vêm se tornando um aliado e tanto. Após uma pesquisa entre suas consumidoras, a marca Liz passou a oferecer um serviço de "educação", ensinando-lhes a como escolher o modelo correto, conforme a largura das costas e tamanho dos seios. E lançou peças com modelagens que seguem padrões internacionais.

Desde o início da campanha, em 2005, a marca atendeu, em quiosques promocionais, quase 7 mil mulheres em todo Brasil. E a vasta linha de sutiãs - que oferece uma gama maior de tamanhos do que os tradicionais P,M,G - ajudou a alavancar as vendas. "A consumidora atual não aceita comprar um produto que não seja confortável", diz Ligia Buonamici Costa, diretora de Marketing.

Em Exibição

A lingerie também deixou de ser apenas roupa de baixo. Em vez de ficar escondida, agora é para ser sutilmente vista, seja com um sutiã de alças à mostra ou um decote profundo, que revela algum detalhe. Ou, ainda, peças que são tão chiques que podem ser usadas como uma roupa. Tendências que não têm mais limite de idade.

Marlene Vieira Russi, de 58 anos, não se melindra em usar seus corseletes de seda rendada sob um blazer. Nem mesmo uma blusa de pijama que, de tão discreta e chique, acaba vestindo-a no dia-a-dia. Fanática por lingerie, a dona de casa, que está em seu segundo casamento, nunca dispensou um belo conjunto de calcinha e sutiã, assim como outras peças para a noite.

"Compro e uso tudo, não apenas nas ocasiões especiais. Todos os dias e momentos pedem lingerie impecável, pois me sinto mais feminina", conta Marlene. "Fico felicíssima quando adquiro algo novo. Nem quando fiquei sozinha, depois da minha separação, deixei de comprar. Faço esse agrado para mim mesmo, mas meu marido não reclama nem um pouco."

A obsessão por lingerie é tamanha que reserva seis gavetas só para guardar suas peças íntimas, e uma parte de seu guarda-roupa para armazenar suas 33 camisolas, 8 robes luxuosos, além de acessórios como sapatinhos. Marlene calcula que desembolsa cerca de mil reais por mês com esses mimos.

A proprietária da marca Mari. M, Marici Martini, prepara-se para investir mais, aumentar a produção e lançar até uma linha de lingerie sensual para gestantes - sim, elas também querem fazer bonito. "Apesar dessa época de insegurança, sempre chega pedido", diz Marici, que tem uma única loja e vende também por atacado para vários pontos do Brasil. E olha que o preço de seus produtos, que seguem a linha luxo, não é dos mais populares.

Fabiana Sucar Dib, uma das proprietárias do Depósito de Meias São Jorge - que existe há 53 anos, com loja na Rua 25 de Março -, acompanha as mudanças comportamentais da sua clientela. "De uns quatro anos para cá, as próprias adolescentes começaram a comprar suas peças", fala. "Antes, as mães se encarregavam dessa tarefa." De olho nas teens, fabricantes passaram a oferecer uma linha exclusiva para essa faixa etária. São os chamados modelos "fashion", que seguem a moda e levam uma pitada de humor nas suas estampas.

Fonte: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup305526,0.htm

domingo, 6 de setembro de 2009

Victoria´s Secret Abre Primeira Loja no Brasil

As consumidoras brasileiras podem comemorar. A grife Victoria´s Secret abriu, sem fazer barulho, sua primeira loja no Brasil. O espaço de 80 metros quadrados está localizado no Duty Free do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, São Paulo, e colocou à venda pela primeira vez no país as famosas lingeries da marca, pijamas e acessórios.


A abertura da loja marca o início do projeto de expansão da Victoria´s Secret por aqui. A empresa não dá detalhes do plano, mas a opção por escolher o país para estrear um novo conceito de loja prova seu interesse pelas brasileiras, grandes consumidoras da grife.


A marca colocou à venda pela primeira vez no País as famosas lingeries, pijamas e acessórios - tão cobiçados quanto provocantes, assim como as próprias modelos. Aliás, entre suas "Angels" várias modelos representam o Brasil, como Adriana Lima, Emanuela de Paula e Alessandra Ambrósio. E já teve Gisele Bündchen que vale lembrar que Gisele já foi garota-propaganda da grife por muitos anos.

O grupo Limited Brands Inc., detentor da marca, também já faz prospecção de marketing e de estratégia de divulgação da Victoria's Secret no país. O novo formato de negócio inaugurado em junho em Cumbica chama-se: travel retail (varejo de viagem). Trata-se de lojas nos aeroportos, completando a oferta de itens de beleza oferecidos nos free shops. Um mês depois de lançado no Brasil, o mesmo modelo foi aberto nos Estados Unidos e deve chegar em breve chegar a outras cidades, como Buenos Aires, Dubai, Cidade do México e Barbados.

O grupo Limited Brands Inc. possui também as marcas Bath & Body Works, Henri Bendel, La Senza, The White Barn Candle e C. O. Bigelow.

Além de experimentar um novo formato, a Victoria's Secret também poderá conhecer o mercado brasileiro mais de perto com a loja de Cumbica. O grupo que controla a marca, Limited Brands Inc., possui também as grifes Bath & Body Works, Henri Bendel, La Senza, The White Barn Candle e C. O.

Fonte:http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI3952361-EI1119,00.html
http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/225079

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Secador de Sutiã


O Bra Dryer é um aparelho baseado na idéia de que a melhor maneira de secar um sutiã sem detonar o tecido e o forro é secando-o num formato que lembra os seios femininos. Esse produto é ideal pras mulheres que pagam uma fábula por uma lingerie e não querem vê-la virar um trapinho depois de poucas lavagens.



Funciona assim: uma fonte infravermelha de calor e um ventilador silencioso removem a umidade da peça.


Mas, infelizmente, o secador de sutiãs ainda é só um conceito aguardando um investidor. www.bradryer.com

Fonte: http://bemresolvida.itodas.uol.com.br/?p=14102#more-14102