quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Marca de Lingerie Aposta nas Diferenças e Cria Campanha Democrática




A Dilady - considerada uma das dez maiores empresas fabricantes de lingerie do Brasil - apresenta o novo layout de sua campanha baseada nos conceitos de democratização da beleza e valorização das diferenças que tem como slogan: “Não importa o corpo que você tem, nós temos a lingerie que você precisa”.

Desenvolvida para transmitir a identidade da marca, a campanha contempla cinco biótipos distintos de mulheres e destaca a importância de criar modelos que atendam a diferentes estruturas corporais, com o uso de materiais que proporcionam beleza ao visual e ao mesmo tempo prezam pelo conforto.

“Para 2011, expandimos nossas pesquisas e estudos sobre o universo feminino, o que nos permitiu aprofundar conhecimentos sobre o comportamento da mulher alcançando uma revitalização para o nosso trabalho, tornando-o ainda mais direcionado a realidade corporal da brasileira, que possui muitas variantes estruturais e necessita de uma lingerie mais elaborada”, conclui Márcio Pereira, diretor comercial e marketing.

Entre os lançamentos mais recentes, que marcam o início da temporada de Primavera-Verão 2012 da Dilady, estão as coleções Zero Barriga, Sabores do Brasil, Dentelle e Noblesse.

sábado, 27 de agosto de 2011

Lingerie para ficar bonita e em forma


Peças produzidas com fio Emana, formado por micro partículas que estimulam a circulação, chegam ao mercado.
Lingeries que unem conforto, beleza e funcionalidade, sem sair da moda. A nova geração underwear proporciona isso e muito mais graças a um novo componente: o fio Emana®, produzido pela Rhodia®. Responsável por melhorar a elasticidade da pele, ele pode ser encontrado na linha Plié Control Emana, que pode ser encontrada na boutique Alemdalingerie, na Jaqueira.
A PLIÉ firmou parceria com a estilista Gloria Coelho para o lançamento do Control Emana®, com o fio Emana® da Rhodia®, que reduz os sinais da celulite.
A estilista, conhecida por suas formas puristas, assinou 9 novos modelos para a PLIÉ e propõe uma inusitada cartela de cores, que inclui o Mandarina, o Lazúli e o Ballet, além do Base, Fendi e o eterno Preto. Lais Ribeiro, que é a nova brasileira eleita pela Victoria’s Secrets, foi a escolhida para estrelar a campanha, clicada por Fabio Bartelt em São Paulo.
De acordo com a Rhodia, responsável pelo fio Emana, as micro partículas emissoras de infravermelho longo são capazes de ativar a microcirculação sanguínea na área do corpo em contato com a roupa, reduzindo a celulite. E o que é melhor: as propriedades do produto não se deterioram mesmo após várias lavagens.
Isso porque o Emana® é construído com cristais bioativos que absorvem o calor do corpo humano para devolvê-lo sob a forma de raios infravermelhos longos. Estes raios penetram na pele e promovem uma “bioestimulação”.
O resultado é uma pele mais jovem e saudável, com menos fadiga e aumento da resistência muscular. Além desses benefícios, as peças PLIÉ confeccionadas com o fio Emana® da Rhodia® são easy care: possuem alta respirabilidade e suas propriedades não saem nas lavagens.
Localizada na galeria Jaqueira Park Center, a Alemdalingerie é uma loja que vem se destacando por oferecer à clientela não apenas peças íntimas, e sim, conceitos de conforto, autoestima e valorização feminina, além de propiciar ao crescente público masculino um atendimento personalizado em um ambiente descontraído e agradável. Como o nome sugere, a boutique vai além do underwear e aposta na variedade, conforto e atendimento ao cliente como diferenciais.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Marca de Lingeries Para Crianças Levanta Críticas Por Fotos Muito "Adultas"



Da série “crianças na moda”, mais uma notícia que tem chamado atenção na mídia! A marca francesa de "loungerie" infantil, Jours Après Lunes, desenvolveu uma linha para crianças de 4 a 12 anos, que virou polêmica, não pelas peças (que são bem loungewear mesmo, ou seja, roupas de ficar em casa), mas por um suposto exagero de “sensualidade” nas fotos da campanha.

Muitos sites fashionistas apontam que o ensaio traz as tops mirins produzidas como adultas, desde os cabelos, às poses e maquiagens.




Essa ideia de deixar as meninas com cara de mulher, já deu o que falar em outras campanhas. Lembram da francesinha Thylane Léna-Rose Blondeau?

Saltos, maquiagem carregada, poses sensuais... realmente, isso descaracteriza o conceito que temos de infância. Mas será que vale condenar a inocência dessas pequenas beldades, que muito provavelmente nasceram para brilhar?  Esse tipo de campanha tem prejudicado a imagem das crianças na moda?




terça-feira, 16 de agosto de 2011

Brasileiras querem calcinhas cada vez menores, mas confortáveis



Considerada peça essencial no guarda-roupa das mulheres, a calcinha tem ficado cada vez menor. Mas se engana quem acha que só o tamanho importa. Uma pesquisa recente feita pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) mostra que as brasileiras não abrem mão do conforto e da praticidade, os dois itens mais importantes, segundo elas, na hora de escolher o acessório.

O apelo sexual, no entanto, já desponta como o terceiro item mais relevante quando se decide comprar a lingerie. De olho nesta tendência, marcas tradicionais resolveram apostar nos modelos mais provocantes e nos chamados fios dentais, que já não são mais exclusividade dos sex shops. Neste mês, uma empresa promete lançar no mercado uma das menores calcinhas já vistas por aqui.

Para mostrar a evolução da peça ao longo dos anos, o G1 convidou a rainha da bateria da Gaviões da Fiel, Tatiane Minerato. Ela foi até o Brechó Minha Avó Tinha, em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo, e experimentou de tudo: desde um modelo da virada do século 19 para o 20, chamado de pantalon, até o famoso fio dental atual.

Pesquisa sobre o consumidor de moda íntima do IEMI, feita com 1.100 pessoas em vários estados, mostra que o item conforto (39,6%) lidera a motivação da escolha da lingerie, seguido pela praticidade (15,2%). Esses dois itens também são apontados pelas consumidoras na hora de adquirir outras peças do vestuário.

Porém, o que chama atenção no levantamento é que na hora da compra uma em cada cinco consumidoras leva em consideração o apelo sexual/ provocante (13,2%) ou romântico (5,9%) das peças íntimas. “Com relação às lingeries, as mulheres se sentem mais confortáveis para ousar, pois o produto as permite mostrar aquilo que elas acham que devem. Isso é significativo e está dentro do esperado para a categoria [lingerie]”, afirma o diretor do IEMI, Marcelo Villin Prado.

Corpo em Cima

As mulheres têm reforçado o cuidado com o corpo e praticado mais esporte e, por isso, se sentem mais à vontade para recorrer aos modelos menores, segundo Miti Shitara, professora de História da Moda da Faculdade Santa Marcelina. E não é só o fio dental que mostra ousadia. “Mesmo as calcinhas brasileiras de tamanho médio são ousadas. O corpo da brasileira também ajuda a ser sensual”, diz a professora.

Para Miti, a importância que a brasileira tem dado a modelos delicados e que utilizem rendas e estampas delicadas, por exemplo, é vista por professora como um “certo retorno ao romantismo”. “A mulher hoje já conquistou o espaço desejado no mercado de trabalho e recuperou a vontade de seduzir. O jogo da sedução está mais acelerado, mas eu vejo uma tendência a um romantismo maior, o que fica evidente no resgate de algumas peças com rendas e do corpete”, observa.

Por outro lado, a estilista Adriana Toci, da DeMillus, acredita que a atual tendência evidencia um pouco mais do que o romantismo. “Eu sinto que a mulher brasileira tem dado uma apimentada no romantismo. Peças em cores fortes, como vermelho, púrpura, uva, pink escuro são destaques de venda.”

Ao observar a evolução dos modelos de lingerie, uma das maiores especialistas britânicas em história da roupa íntima, Rosemary Hawthorne, é categórica ao afirmar em seu livro “Por baixo do pano: a história da calcinha”: “É fascinante constatar que, quanto mais as mulheres tiveram a chance de assumir as rédeas das próprias vidas, mais provocantes e sensuais foram se tornando as roupas de baixo que elas usavam.”

Pequeninhas

“Eu uso sempre calcinhas bem pequenas. De segunda a quarta-feira, eu uso um modelo tanguinha. De quinta a domingo, quando a probabilidade de sair é maior, eu uso fio dental. A gente não sabe o que pode acontecer. Então, é melhor se prevenir. Não gosto de calcinha grandona, não”, afirma a advogada Renata Poltronieri Cortucci, de 23 anos.

O ousado modelo, além de destacar as curvas femininas, valoriza os glúteos e contribui de maneira ímpar na hora da sedução. “Eu gosto daquele com só um fiozinho. Eu me sinto muito mais sexy de fio dental. Os homens também preferem, devido ao formato do meu bumbum. Eu fiz lipoescultura e acho que o fio dental valoriza o meu quadril”, diz Renata.

Porém, as adeptas do fio dental destacam que sua utilidade vai além da preocupação com a sedução. A peça ganhou espaço entre as mulheres que trabalham com roupa social. “Para usar com roupa social, eu acho que o fio dental é uma peça fundamental no meu guarda-roupa, porque não deixa marcas”, diz a consultora de sistemas Danielle Vale, de 33 anos.

A marca DeMillus, criada há cerca de 60 anos, afirma ter registrado nos primeiros meses de 2011 um crescimento de 40% nas vendas de fio dental, em comparação com o mesmo período de 2010. A marca já tem como produto campeão de vendas de linhas destinadas a jovens um modelo de fio dental. Em 2010, apenas esse modelo vendeu 262 mil peças, 4% das vendas de calcinhas vendidas pela marca naquele ano.

A DeMillus também diz ter constatado nos últimos anos um crescimento significativo das “linhas eróticas”. “Antes eram produtos apenas destinados a sex shops. Existe uma constante busca por sofisticação. Esse mercado está invadindo as marcas tradicionais”, diz estilista Adriana Toci. De acordo com a estilista, estampas novas e rendas são artifícios para impulsionar as vendas de lingerie. A empresa também registra vendas importantes de modelos que se destinam à modelagem do corpo.

Embora a calcinha campeã de vendas da Duloren seja modelo biquíni, menos cavada no bumbum que a tanga ou um fio dental, a empresa aposta no charme da brasileira e vai lançar a menor calcinha de sua linha a pedido das consumidoras. De acordo com a diretora de marketing e Estilo da Duloren, Denise Areal, as consumidoras queriam um modelo menor que não marcasse em nada na roupa e fosse confortável, sem abrir mão do componente sexy. O novo fio dental, feito com lycra importada, deve chegar às prateleiras de todo o país ainda neste mês.

Conforto

Os fabricantes asseguram que avanços tecnológicos permitem a criação de modelos bastante confortáveis. “Não é porque uma peça é sensual que a gente vai ignorar o conforto. Para confeccioná-las, utilizamos materiais leves e macios. Também fazemos vários fios dentais com tecido dobrado, o que dispensa os elásticos. Quando os utilizamos, optamos por elásticos que não sejam ásperos ou rígidos”, diz a estilista da DeMillus.

Em um país com biótipos tão distintos, porém, é preciso atenção ao tamanho e modelo adequado ao corpo. A estilista da DeMillus afirma que uma leitura da etiqueta ou a consulta com uma vendedora pode ajudar. “A brasileira tem certa dificuldade em analisar o tamanho correto. Também é preciso ficar atenta às alterações no peso. Não é porque se trata de uma peça elástica que vai servir sempre.”

A atual tendência a utilizar tamanhos pequenos nem de longe lembra as origens da calcinha, que “nasceu para ser símbolo de recato”, segundo Rosemary Hawthorne.

Desaparecimento da Calcinha

A tendência à redução do tamanho da calcinha sinaliza, então, que a peça tão importante do vestuário feminino caminha para o desaparecimento? A professora Miti Shitara descarta essa possibilidade. “Essa história de andar sem calcinha não pega. É totalmente desconfortável e anti-higiênico. Além disso, o corpo desnudo é insípido. Precisamos sempre de algum acessório para torná-lo sensual, mesmo que ele seja pequeno ou transparente.”