sábado, 26 de março de 2011

O Casamento Real e o Impacto na Indústria de Lingerie

O casamento mais esperado do ano que acontecerá no dia 29 de abril na Inglaterra, entre Principe William e Catherine Middleton, com certeza vai ser um grande impulsionador para todo o setor de casamentos em todo o mundo. Há aproximadamente 30 anos, quando Lady Di e Principe Charles se casaram, a cerimônia inspirou milhões de casamentos mundo a fora.


Para se ter uma idéia de como o casamento de Principe William está fazendo barulho, o site de casamento recém lançado por eles na web atingiu mais de 1 milhão de acessos em menos de 1 semana. Além disso, na Inglaterra os preços dobraram para os noivos com pretensão de se casarem na mesma data que o Principe.

Mas o que ja se tem comentado e especulado é a Lingerie da noiva, Catherine. Como se trata de algo extremamente íntimo e estamos falando da Realeza Suprema, com certeza não será nada fácil de descobrir. No entanto, a imprensa inglesa ja dá seu palpite e diz que será a marca de alto luxo Rigby & Peller, uma vez que a própria princesa Diana a escolheu.

O fato é que todas as grandes marcas européias estão se movimentando desde o ano passado para a criação de novas linhas Bridal, afinal esse casamento vai dar o que falar. A grande aposta de todas está na utilização de materiais com bordados e rendas. Com relação à cor, há algum tempo a preferência é pelo marfim e não pelo branco, como muitos pensam.


 Muitas marcas inglesas e francesas possuem linhas Bridal especificamente na cor marfim. Para 2011, além do marfim também há uma aposta no nude e no rosa antigo.

 Graças a toda essa movimentação no mercado, a indústria de lingeries acaba sendo obrigada a evoluir e inovar, principalmente com relação à tecnologia. Afinal, além de bonita e sensual, a lingerie da noiva deve ser confortável uma vez que ela está debaixo de um pesado vestido de casamento.

No Brasil, as próprias noivas vão se inspirar no casamento Real e com isso, as marcas nacionais também devem se espelhar e olhar para as grandes novidades de fora.

Você Sabe Se o Soutien Que Usa é Certo?

Como sabemos, cada mulher tem um formato e tamanho de busto. E é em função disso que existem tantos soutiens de diferentes tamanhos e formatos. Existe uma pesquisa realizada com as mulheres norte americanas que aponta o fato de que 85% destas mulheres usam o soutien errado.

Esse percentual é altíssimo, ainda mais para um país com uma população maior do que o Brasil e que valoriza os seios como a parte mais bonita do corpo. Imagine então esse percentual aqui no Brasil… vale fazer uma pesquisa!

De qualquer forma, gostaria de explicar neste post como você pode identificar que está usando o soutien errado. E esses equívocos não são relacionados à moda, se combinam ou não com a roupa que você está vestindo. São erros básicos de “encaixe” e conforto do soutien em seu busto.

O que acontece é que você acha que sabe o numero de seu soutien, e o que você não sabe é que dependendo do fabricante e do material o seu tamanho pode mudar. Sem falar que o seio é composto por camada adiposa (sim, gordura) e por isso, muda de tamanho, mas nada que você perceba! Além disso,você precisa saber que o soutien é composto por algumas partes como as alças, a taça, o feiche, e as laterais.



Partes de um Soutien

O que pode acontecer é você pegar um soutien de seu numero e perceber no dia a dia que parte do bico de seu seio está de fora! A taça nesse caso é pequena, mas você nem percebeu, pois era seu numero e na hora encaixou bem. Quando você usa o soutien no tamanho correto você parecerá e se sentirá mais proporcional e com uma postura melhor, fora que não sentirá desconforto algum. Por isso é tão importante achar o soutien adequado.

Essa não é uma tarefa tão simples, mas precisamos ter paciência. As vezes vale a pena investir um pouquinho a mais em um bom soutien. Além de encaixar perfeitamente, um bom soutien pode durar mais. Normalmente os soutiens que compramos sem avaliar com cuidado, para usar no dia a dia duram 6 meses. Esse é o tempo de vida adequado para esse tipo de soutien.

E como sei se estou usando o soutien errado?
Se o soutien que você usa lhe causa qualquer tipo de dor, então para tudo por que com certeza não era para ele estar tentando aconchegar seu busto! Vamos há alguns problemas:

Na Parte das costas
1. As alças do soutien ficam caindo.
Não tem coisa mais chata do que isso! Normalmente esse problema tem uma solução simples. Ajuste adequadamente as alças de acordo com a sua necessidade.

Na Parte da Frente
1. O seu seio fica “sambando” dentro do soutien, você percebe que há um espaço sobrando.
Se isso acontece, você precisa de um soutien com a taça menor.

2. O aro do soutien, responsável por erguer e sustentar seu seio, está comprimindo o seu busto e parte dele está de fora na parte inferior. Nesse caso você precisa de um soutien com uma taça maior.

3. Parte do bico do seu seio fica de fora.
A taça está pequena. Você precisa trocar de soutien urgentemente. Caso queira usar um decote, pode passar constrangimento.

Se você tem algum outro tipo de problema com seu soutien, avise- nos. Podemos, juntas, achar uma solução. Se você já teve ou tem algum tipo de problema citado anteriormente, precisa de novos soutiens.

Mas para que você não faça nada “no escuro”, traremos diversos conteúdos para orientar na escolha do melhor soutien. É só acessar regularmente o Adoro Lingerie e não perder nenhuma dica!

Amamos Lingerie


Essa é pra quem ama mesmo lingerie. Dá uma olhada nessa almofada fofa imitando um conjunto? Deixa qualquer ambiente descontraído e intimista, não?

quarta-feira, 23 de março de 2011

Plus Size: Mulheres GG Têm Opções Sensuais de Lingerie


Um pneuzinho aqui, uma celulite ali, alguns quilos extras na balança e pronto: está formada a neura que impede muitas mulheres gordinhas a explorarem o seu lado mais sensual. O problema é comum, mas a solução pode estar na loja de lingerie mais próxima - o que não falta são opções para valorizar mulheres cujas medidas não atendem à ditadura do "manequim 36", mas que esbanjam curvas pra lá de sensuais tem o direito de ser ousada e sexy, com lingeries que valorizam as curvas da mulher brasileira.

Uma reclamação frequente, por parte deste público, tem a ver justamente com a escassa oferta de peças atraentes em numerações maiores. O "Fale conosco" do site da marca DeMillus confirma: "Por que só os tamanhos menores são bonitos? Nós que usamos tamanho 52 precisamos de lingeries bonitas para realçar a beleza dos seios grandes. Dá até vergonha usar estes modelos da época da vovó. Por favor, me ajudem", diz uma das críticas repassadas ao Terra pela vice-presidente da empresa, Eva Goldman.

Ela explica que o site foi uma das fontes de pesquisa para a criação de modelos em tamanhos especiais, que hoje vão até a numeração 54, para sutiãs, e extra grande (XG), para as calcinhas. "Trata-se de um público cada vez mais aberto a exibir sua sensualidade, independente de estar fora do padrão de beleza considerado mais clássico", afirmou, garantindo que a marca pretende ampliar as ofertas para a linha lingerie noite e meias 7/8 para mulheres que têm coxas mais grossas.

O fato é que as confecções estão cada vez mais inclinadas a investir em tecnologia, maquinário e matéria-prima a fim de valorizar o corpo da brasileira e atender a todos os biotipos. A Duloren, por exemplo, acaba de lançar sua linha plus size, com peças confeccionadas com maior porcentagem de elastano do que as calcinhas normais. Este diferencial contribui para a maior compressão e definição das curvas.

Hoje, os tamanhos grandes representam cerca de 40% das vendas da marca. De acordo com Denise Areal, diretora de Marketing e Estilo da Duloren, os modelos de antigamente voltados a este público eram "muito sem graça", tanto nas cores, como na modelagem: "Queremos que todas as mulheres se sintam sexy", disse.

Na Recco Lingerie, as mulheres mais cheinhas encontrarão grande oferta de produtos na coleção "Bella G", que busca favorecer este biótipo com decotes em "V", cortes evasês e alças largas, sem deixar de lado as rendas, cores alegres e o a cor preta, ótima aliada de quem está com uns quilinhos a mais. A linha já existe há 12 anos e vai até o manequim 56.

A grife Água Fresca também já embarcou no plus size, apostando em sutiãs com bojos estruturados e calcinhas com laterais mais largas, que amenizam as gorduras. "O tamanho GG para moda íntima era sinônimo de lingerie para senhoras, com peças só cor da pele e bem discretas, mas o que as mulheres querem são peças maiores, com a mesma sensualidade de uma peça em tamanho regular", confirma a dona da empresa, Juliana Moraes.

Os Números Crescem, o Mercado Atende

Independentemente do modelo, da cor ou da textura, um aspecto comum une as marcas de moda íntima que decidiram apostar no plus size: a demanda cresceu. A marca Dilady, que tem uma linha composta por numerações maiores, do 48 ao 54, atribui às peças 30% da produção total da confecção.

Em meio a uma gama diversificada de produtos voltados às gordinhas, estão tangas com regulagem, camisetas modeladoras, sutiãs e bermudas redutoras. "Pretendemos ampliar ainda mais essa participação, pois a carência é muito grande", garante o diretor Comercial e de Marketing da empresa, Márcio Pereira.

O aumento da procura também chamou a atenção da marca Elegance, do Rio Grande do Sul, que atualmente tem em torno de 25% das vendas voltadas às numerações acima do 42. A diretora presidente da marca presume que os números indicam também uma mudança de comportamento: "O que antes poderia representar aquela frase: 'Eu não tenho corpo para usar essa lingerie', hoje parece não intimidar as consumidoras plus size", reforça.

Já a marca Plié optou por não criar uma coleção exclusiva para as gordinhas, e sim, ampliar a numeração nos modelos oferecidos. A linha Control Line, composta por calcinhas, sutiãs, leggings e bodies, vai do 36 ao 48.

Segundo o diretor da empresa, a ideia é mostrar que a marca atende a todos os tamanhos, não só os maiores. Segundo ele, o Control Line, projetado para causar um efeito redutor de medidas, já representa 50% em volume de vendas entre as outras linhas da Plié.

No "Fale conosco" do site da DeMillus, outra consumidora disse: "Nós gordinhas também temos o direito de ficar lindas e sensuais, como todas as outras mulheres." Sugestão aceita pela empresa, detectada pelo mercado e comprovada nas prateleiras de lingeries brasileiras, que parecem estar cada vez mais democráticas.